Alô, Chics!

Levanta a cabeça, Lavillenie

Levanta a cabeça, Lavillenie... e excusez nous!

Levanta a cabeça e tira uma onda com essa vaia que o chororô não leva a lugar nenhum.

Brasileiro é ruidoso mesmo. Torce desesperadamente como se a própria honra estivesse em jogo. Estamos exacerbados com nossa situação econômica e política e, portanto, gritamos onde conseguimos nos fazer ouvir: nos estádios e nas arenas.

Ali, não perdoamos nada; somos cruéis até com nossos conterrâneos. Olha só o meme da camiseta do garoto, onde foi parar: já riscaram até a Marta do pódio e colocaram o “cara da vara”.

Andamos exagerando nas vaias? Sim. Mas como bom atleta você deveria ter tido mais fair play com seu rival brasileiro, deveria ter sido mais simpático com o público; um pouco de delicadeza de sua parte teria evitado essa vaia (desnecessária e grosseira) na hora de vocês, os maiores atletas do mundo do esporte que praticam, terem subido no pódio para ganhar suas merecidas medalhas.

De qualquer modo, parabéns pela prata e ... excusez nous, Lavillenie!

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

Cala a boca, Lavillenie

Tais toi, Lavillenie - ou seja, cala a boca, rapaz.

“Ao mau cantor até as cordas vocais atrapalham”; essa é a versão suavizada de um cafajestíssimo provérbio que me veio à cabeça assim que vi o francês Renaud Lavillenie tentando atribuir o seu desempenho abaixo do esperado a forças de variadas proveniências como a macumba, o nazismo, e até mesmo à nossa entusiasmada torcida.

Mau perdedor, ele não soube se controlar, desesperou-se e saiu dizendo um monte de besteira quando a viu sua medalha escapar e ir para o peito de um sorridente e maravilhado Thiago Braz, aplaudido por milhares de torcedores de todos os cantos do mundo. 

É duro perder. Especialmente para atletas que têm na competitividade um dos elementos obrigatórios de sucesso. Mas, tão importante quanto ganhar, é saber perder e agir com fair play e elegância como Djokovic ao perder para Del Potro e este último quando perdeu para Murray.

Lavillenie perdeu uma boa hora de ficar quieto, engolir o desapontamento e a raiva e cumprimentar seu oponente, conseguindo assim sair da arena, senão sob aplausos, pelo menos sem vaias e deixando uma boa lembrança para o gigantesco público das Olimpíadas 2016.

Ganhar e perder são fatos cotidianos da vida de um atleta, que tem que saber se comportar diante esses dois opostos, tão diferentes e tão próximos de seu cotidiano.

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

Você gosta de sopa?

Eu amo sopa. No frio, não tem nada melhor para dar um calorzinho na alma e relaxar os músculos do pescoço e dos ombros, tensos de tanto tentar se proteger da rispidez do clima.

Gosto dos caldos e gosto ainda mais das cremosas: aspargos, champignon, ervilha.... E como tomar cremes sem engordar? Creme de leite é tão calórico...

Tenho um truque que vou passar para vocês: não uso - nunca! - creme de leite. Substituo essa delícia (inegavelmente, uma delícia), por um clone que não tem uma só grama de gordura: couve flor batida no liquidificador.

Você cozinha rapidamente uma delas e bate. Vai ter uma pasta cremosa que dá consistência à sua sopa sem acrescentar nem um pouco de gordura. Se quiser variar o gosto dessa base, cozinhe uma cebola e bata junto. Pronto! Está feito o milagre.

Experimente e depois me agradeça!

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

Informalidade no trabalho

Uma grande agência de empregos norte-americana, a Office Team de Los Angeles, fez uma pesquisa sobre o guarda-roupa de trabalho e verificou que 50% dos donos de empresas  acham que seus funcionários estão se vestindo de modo muito mais casual (para não dizer largado) do que há 5 anos.

Uma das perguntas da pesquisa aos empresários era "Qual é a maior distorção ao dress code da sua firma?"

A resposta foi que 47% dos funcionários se veste de forma muito mais informal do que o esperado. E que 32% mostra mais pele do que seria aceitável. Imagino que essa segunda reclamação seja pelo uso de bermudas nos escritórios por parte dos homens e dos decotes e minissaias por parte das mulheres.

Bem menos significativa é a participação do aumento de piercings e tatuagens, que teve um acréscimo de apenas 6%, de barbas (5%), do uso excessivo de acessórios (4%), e de tinturas exóticas nos cabelos (3%).

Uma das presidentes da Office Team, Brandi Britton, aconselha as empresas que estão à procura de mão de obra jovem e especializada, que seja mais flexível em seu dress code e que permita roupas mais casuais no dia a dia. Mas cuidado, avisa também que quem está querendo um emprego que olhe para as pessoas que comandam a empresa e se baseie neles para saber até onde ir na informalidade. "Guarda-roupa informal não quer dizer vale tudo; um funcionário tem que ter um look e uma atitude profissional e projetar uma imagem que se reflita positivamente no trabalho”. 

 

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

Sobre os uniformes de Andrea Marques para os Jogos Olímpicos

Andrea Marques é uma profissional séria e competente. Por essa razão foi uma das escolhidas para desenhar alguns dos uniformes dos condutores das medalhas entregues nos Jogos Olímpicos. O resultado do trabalho, porém não agradou ao púbico e causou uma grande onda de protestos online.

Hoje em dia qualquer ação, fala ou trabalho está sujeito a esse fenômeno; nada escapa à observação de internautas.

Vários jornalistas já me ligaram para saber o que eu achava das roupas. Não acho importante dizer o que acho delas; prefiro falar do que a acho do fato.



Tenho a certeza de que Andrea Marques ( com quem não falei) tem uma ideia muito clara do conceito do seu projeto. Acho importante conhecer esse conceito para julgar o resultado. Digamos porém que, assim mesmo, o resultado não agrade. O que fazer? Ir pela "constituição". SEMPRE.

O que diz o contrato dela? Está previsto um segundo desenho, caso o primeiro nao dê certo?

Dentro desse principio me parece que se deve levar a ela o assunto, ver o que ela acha e depois tomar um rumo civilizado para com essa respeitada estilista e para com o projeto.

O resto são ruídos sem objetivo e sem sentido.

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

Tornozeleiras e braceletes eletrônicos

Alô, Chics!

O comércio anda reclamando de falta de movimento porque não tem imaginação. Li recentemente que um setor está se dando superbem e que está vendo no mercado brasileiro um filão de ouro a explorado por um bom tempo.

A Buddi, empresa britânica que fabrica tornozeleiras e braceletes eletrônicos, está exportando seus produtos para o sistema carcerário do país com grande aceitação e sucesso. Já chegaram 10 mil tornozeleiras supermodernas e muitos outros pedidos estão sendo aguardados. Os britânicos descobriram que no Brasil só havia uma empresa que fabricava as peças - e que as deles são muito mais modernas, eficientes e baratas.

Mas o aparelho é flex - tem outras utilidades menos constrangedoras! Pode também ser utilizado para quem não quer perder uma criança num estádio olímpico ou para velhinhos que, no caso de uma queda em casa por exemplo, precisam ser localizados e socorridos.

Como se vê, a frase "crise é um momento de oportunidades" está corretíssima.

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

»Notícias Anteriores