Alô, Chics!

Como ser um Chic Profissional

Alô, Chics!

Depois de dois anos de (muito) trabalho, é um arrepio você pegar nas mãos seu livro pronto, paginado, ilustrado, encapado! Chic Profisssional - Circulando e trabalhando num mundo conectado estará nas livrarias nos primeiros dias de junho, editado pela Editora Paralela, selo da Companhia das Letras.

Esse livro deu um trabalho danado porque conversei e entrevistei, com a ajuda da Maiá Mendonça, uma enorme quantidade de pessoas que me contaram suas experiências, seus acertos e suas gafes, todos eles ligados aos relacionamentos corporativos (e pessoais) nesse nosso mundo globalizado e completamente conectado.

Foi uma delícia ouvir as histórias; nem sei como agradecer todo mundo que teve a paciência de nos receber!

Empreender ou procurar emprego? A encrenca já começa aí; desde cedo esse dilema começa a rondar a cabeça dos jovens e, claro, dos pais deles. E não basta decidir, tem que ir à luta. O cenário profissional está tão tumultuado, tão cheio de novidades; é tão diferente do que foi até poucos anos atrás, que é preciso se preparar muitíssimo bem para enfrentá-lo com chances de ter sucesso. Seja aqui no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo.

Roupa ainda é importante numa entrevista de emprego?
As mulheres ainda são discriminadas em postos de trabalho?
Como lidar com eficiência num caso de assédio?
Como é trabalhar fora do país?
Ser brasileiro facilita na comunicação com outros povos?

Essas e outras perguntas estão respondidas e explicadas por quem sabe ou já enfrentou esses perrengues.


Espero que o Chic Profisssional seja útil e ajude, de fato, quem estiver querendo botar a mão na massa e fazer bonito. Tudo fica mais fácil para um chic sabido e profissional.

Beijos,

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

Minas leva a moda a sério e lucra com isso

Estivemos em Belo Horizonte a semana passada por conta do Minas Trend, a semana de moda que se realiza duas vezes por ano na cidade. Trata-se, como se sabe, de uma vasta feira de negócios e de lançamentos, que completou nesta edição 10 anos de existência sempre bancada pela FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais). Um evento sólido e constante que reúne por volta de 200 expositores mineiros e de outros estados brasileiros, sem contar os 10 mil visitantes que por lá circulam a cada edição.

A pergunta que fica no ar é: porque a Federação mineira é a única a apoiar o setor têxtil do seu estado? Porque São Paulo e Rio não merecem o mesmo tratamento por parte de suas ricas e respectivas federações, FIESP E FIRJAN?

Olavo Machado, presidente da FIEMG, acha que Minas soube entender que, embora o setor têxtil não seja numericamente muito representativo, tem a vantagem de envolver muitos setores industriais e de serviços, o que faz dele um parceiro altamente interessante: “O mercado de moda quando funciona, ativa uma grande cadeia de outras indústrias e outros setores (maquinário, tinturarias, setor químico e setor elétrico da cidade), além de ser muito importante do ponto de vista social, pois emprega muita mão de obra, especialmente a feminina em sua maioria chefes de suas famílias”.

Falta de visão das federações paulista e carioca, que contam com um setor ligado à moda ainda muito maior do que o de Minas Gerais.
 

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

O "see now, buy now" do SPFW

Alô, Chics!

Como eu já disse antes, acho válido o recurso de um SPFW apoiado no conceito de ´´see now, buy now``, desde que não seja para sempre.

Este sistema de venda é um modo muito aceitável que as marcas e as indústrias criaram para se aproximar do cliente final - mas que, a longo prazo, afeta a criatividade e o lado experimental e visionário da moda.

Quem vai propor uma silhueta nova, uma cor diferente, uma proporção inusitada se a roupa desfilada não pode desafiar de modo nenhum a percepção do consumidor?

O resultado dessa tentativa de dar a ele apenas um passinho além do que ele está acostumado é termos nas passarelas coleções sem graça e totalmente dentro das tendências mais do que aceitas de uma ou duas estações atrás. Tivemos até vestidos de decote ombro-a-ombro desfilando diante de nossos olhos cansados de ver este modelo no verão que (ainda) está por aqui.

Vamos torcer para que a tentativa resulte bem e que oxigene a indústria da moda neste ano que se anuncia tão difícil. Mas não vamos perder de vista o fato da moda ser uma permanente renovação e que sua força a longo prazo é justamente nos colocar em eterna vigilância contra o mesmismo, a rigidez e a capacidade de nos adaptarmos ao novo.

Na roupa e na vida.
 

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

Fiorucci? Não! Gucci!

Alô, Chics!

Li outro dia que a marca Fiorucci, que foi minha aqui no Brasil nos anos 70/80, voltou à ativa pelas mãos de um casal de ingleses, Jamie e Stephen Schaffer.

A dupla é do ramo; ele, administrador de uma marca de lingerie que teve imenso sucesso comercial no mundo, a Knickerboxers; ela, mais tarde, e por muitos anos, CEO da Victoria's Secret.  

A responsabilidade é imensa e eles sabem disso: vão tentar relançar uma das últimas marcas de grande recall que ainda está fora do mercado. Uma marca que divertiu, surpreendeu e fez sonhar toda uma geração de jovens do mundo inteiro com suas roupas engraçadas, com suas misturas de materiais, formas e cores, símbolo da década de 1970.

O momento é ótimo porque a moda está toda em cima dessa imagem livre, ousada que a Fiorucci lançou, deitou e rolou (só que, agora, muito mais cara e luxuosa).

Olhem só as fotos da moda que acabamos de ver nas passarelas da Itália e depois me digam se a Miuccia, na Prada, e o Michele, da Gucci, não morreram de usar Fiorucci na juventude deles pelas ruas e noites de Milão?





Coleções de inverno 2017 da Gucci, Prada, Moschino e Etro

Beijos,
 

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

O que aconteceu com os guarda-chuvas?

Alô, Chics!

Meu pai tinha um guarda-chuva com cabo de cana da Índia; o da minha mãe era de bambu não sei de onde. O tecido era seda ou um náilon muito fechadinho. por onde não passava nem uma gota de água. Custavam caro e duravam a vida toda.

Saindo do médico, numa esquina movimentada de São Paulo, fiquei me divertindo com a corridinha dos passantes, que tentavam se proteger da chuva lançando mão dos guarda-chuvas de hoje em dia.

São feitos de um material poroso que molha quem está embaixo, sem falar que são bambos e viram do avesso com qualquer ventinho e que, como se não bastasse, entortam os aros virando uma aranha desgrenhada que mal aguenta o tecido!

Em compensação, podem ser comprados em bancas de jornal por 10 reais e ninguém liga se perder ou esquecer em algum lugar. Fui até uma delas e saí pela chuva com um daqueles dobráveis que abrem com uma tiro, muito feliz de ter aquela “coisa” protegendo meu cabelo!
 
 

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

Recados de moda do Globo de Ouro

Alô, Chics!

É tapete vermelho demais pro meu gosto. Parece que um já emenda no outro e que essas (mesmas) mulheres e homens não saem nunca de cima deles.

Tá na hora de buscar outros cenários, mudar o dresscode, proibir o uso de joias e roupas assinadas... Qualquer coisa que renove um pouco o visual e as chatérrimas entrevistas, em que a única coisa que se fica sabendo é a marca das produções de moda.

Alguma novidade? Poucas.

Pode-se dizer que, entre os homens, foi o uso generalizado de barbas. Para as mulheres, o decote profundo na frente revelou o fim dos peitões de silicone e a chegada da moda dos peitos pequenos e delicados - uma virada no padrão de beleza americano.

No mais, só repetição. Um trailer desanimador do que vai ser o próximo tapete vermelho do Oscar 2017.

Beijos,

 

Gloria Kalil

Enviar por E-mail

Deixe seu comentário

Enviar por E-mail

»Notícias Anteriores