Casamento

Vestido de noiva tem região? Conheça as escolhas favoritas das brasileiras em cada lugar

O ritual da escolha de um vestido para a noiva é quase o mesmo: muita pesquisa de modelos, vista As lojas, provas e indecisão até encontrar a versão perfeita. Mas, existe um padrão de vestido preferido entre as regiões brasileiras.

Marcela Paoliello, gerente de produto, e Maria Luiza Bughay Aceti, analista de produto, da Black Tie - loja especializada em roupas de moda festa e casamento - desvendam os perfis das noivas. Será que você se encaixa no da sua região?

 

Nordeste
As noivas, em geral, são mais tradicionais. Preferem modelos godês, evasês, com um estilo princesa, mangas longas e muita renda. A cor favorita delas é o branco puríssimo.

Norte
Noivas mais antenadas, elas ariscam nas cores, como vestidos de fundo dourado, blush, conhaque e têm uma queda pelos estilistas internacionais. O modelo favorito delas é o sereia e o semi-sereia.

Sul

“As noivas são exigentes, gostam mais dos modelos em A ou sereia, com decote ombro a ombro e canoa, tudo com bastante renda.  Nas cores, os brancos e os com fundo blush são favoritos”, explica Marcela.

Centro-Oeste

Por lá os vestidos off- white fazem mais sucesso que os brancos. Nos modelos, tudo bem tradicional, que tenha um quê de arte, mais elaborado e sofisticado, é bem aceito.

Sudeste
O gosto fica bem distinto entre os estados: mais festivo para as mineiras, cariocas um pouco mais sensuais e capixabas com muito brilho, mangas e corte regata. “Já as paulistas, as que moram na capital ou próxima dela, normalmente optam por vestidos menos tradicionais e em outra cor. Quanto mais para o interior, mais tradicional o gosto da noiva”, comenta Maria Luiza.

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Para noivas, quimonos podem ser substitutos aos tradicionais robes dos momentos pré-casamento

Para usar durante os preparativos de beleza para a cerimônia, a moda entre as noivas é o robe personalizado, feito também para madrinhas e mães, que garante fotos engraçadinhas de making of - e já virou tradição no pacote da cerimônia.

Mas tem novidade na área: a capixaba Maria Sanz, estilista especializada em quimonos, deu um upgrade na história dos robes: ela lança a linha Miss Hanayome, com modelos customizados para noivas, madrinhas, mães e até daminha.

“Há muito tempo as clientes me procuram para fazer quimonos, mas desenvolvendo desde as estampas no tema do casamento, brasão do casal ou os tons favoritos da noiva. O legal é que a peça também vira um presente exclusivo para cada madrinha”, comenta Maria.
 

Os quimonos de Maria podem ser encomendados pelo site e feitos em seda pura, seda mista (com acetato), crepe, algodão ou poliéster. Se for estampa exclusiva, a estilista marca uma reunião - até por Skype - para desenvolvê-la para a cliente. Entre os materiais, Maria também usa cristais e plumas para compor cada quimono, que tem preço inicial de R$ 360.

Para quem tem dúvidas quanto a diferença entre um robe e quimono, Maria explica que está muito no lifestyle, por ser uma peça que resguarda, dá poder e pode ser usado fora de casa. “Já fui para muitas festas vestindo um”, conta Maria.

Maria Sanz

www.mariasanzmartins.com

 

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Quer encher o casamento de pajens e daminhas? Especialista tira 8 dúvidas sobre como lidar com os miniconvidados

Para dar aquele toque de amor extra, nada mais tradicional do que os pajens e daminhas entrando na cerimônia de casamento. Bonitinhas, as crianças fazem parte de um ritual e tanto do casamento - e das fotos.

”Dizem que a origem dos pajens e daminhas vem da Idade Média, onde as crianças vestiam suas melhores roupas e ficavam esperando os noivos na entrada da vila. Ao verem o casal, eles colhiam flores e corriam para a igreja. Era costume, crianças e convidados levarem os noivos ao altar”, explica Roberta Canuto, assessora de eventos da Casa de Dois.

Para tirar suas dúvidas e ajudar na logística com as crianças, Roberta desvenda oito temas dos pajens e daminhas.

1. QUANTIDADE
Não existem regras para o casamento em geral, o que vale também para as daminhas e pajens. "A quantidade de crianças pode ser definida de acordo com o espaço no altar, mas o cortejo deles é uma coreografia criada de maneira personalizada para cada casal.”

2. COMO ORGANIZAR

Tá aí uma tarefa que deixa as assessoras preocupadas, já que crianças são sempre uma surpresa.  Independente da quantidade, crianças nunca ficam sozinhas. "Além de nomear uma pessoa da minha equipe só para cuidar deles, para os menores de 5 anos sugiro deixar um responsável para cada duas crianças, sendo sempre uma pessoa que eles conheçam"

Na hora H, o ideal é deixar um dos pais na frente, próximo ao altar, para chamar a criança. "Como já estão em um ambiente muito estranho, isso faz com que se sintam mais confiantes. Mas nada impede que eles se sentam acuados e não entrem mesmo assim.”

3. ROUPAS
Os looks de meninos e meninas devem ser do jeito que a noiva desejar. Por exemplo, se for um casamento na praia, não é ideal usar um vestido muito armado e com muito tule. Os vestido mais fluidos e despojados combinam mais com o ambiente. Como conselho, valem os trajes que tenham a ver com a harmonia do casamento. “O mais importante é sempre pensar em roupas confortáveis. Se preocupar com tecidos que não pinicam é essencial para deixar as crianças mais a vontade.”

4. O QUE ELES CARREGAM
Existem inúmeras possibilidades, seguindo o estilo do casal. Entre as sugestões, as meninas podem entrar com buquê de flores, jogar pétalas pelo caminho, levar algum adereço para as alianças, segurar ursinhos, buquê de pirulitos. Os meninos podem carregar plaquinhas, arrastar um carrinho, soprar bolinhas de sabão e etc. “Para as plaquinhas, pode ser criado uma história de um entrar primeiro, com alguma frase da noiva para o noivo, ou vice-versa. Em seguida, a próxima criança entra com uma frase que completa a primeira. Já as alianças são antes da noiva ou no meio da cerimônia.”



5. QUEM PAGA A ROUPA DAS CRIANÇAS?
“É de bom tom, mas não obrigação, os noivos pagarem, já que foram eles quem convidaram a criança. O que o casal deve fazer é indicar o local e o modelo com antecedência, para os pais alugarem ou comprarem as roupas.”

6. IDADE LIMITE
Pensando na tradição dos pajens e daminhas, o limite seria por volta dos 10 ou 12 anos.

7. PRESENTES
Não é uma obrigação, mas com certeza deixará o pajem ou daminha mais feliz. "Se a criança foi escolhida é porque é especial para os noivos, então dar o presente nunca é um sacrifício. Agora, se for uma criança muito pequena, menor de 5 anos, não vai entender o significado do mimo.”

8. O QUE FAZER COM AS CRIANÇAS NA FESTA

Uma festa que tenha acima de 15 crianças é fundamental a presença de um espaço kids, com recreação. “Assim os pequenos não ficam correndo entre as mesas ou no meio da pista. Isso evita também o risco de se machucarem ou causar algum acidente na festa.”

 

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A lista de convidados para o casamento não vai caber na igreja? Veja como evitar e contornar a superlotação

Os casamentos estão ficando cada vez maiores? Na contramão dos miniweddings, algumas cerimônias brincam de overbooking: Preta Gil, por exemplo, reuniu em maio 700 convidados para uma cerimônia que aconteceu na Igreja Nossa Senhora do Carmo, no Rio de Janeiro – local que acomoda 250 pessoas.

O que fazer nesses casos? Tamara Barbosa, assessora da Coordinare Eventos, dá os passos caso você esteja na mesma situação.

1. PRIMEIRO FAÇA A LISTA DE CONVIDADOS
O ideal é sempre fazer a lista de convidados muito antes de tudo. "Primeiro coloque no papel todas as pessoas que você quer chamar. Depois faça uma segunda lista, mais enxuta. A partir daí é hora de pensar no local da cerimônia.”

2. NÃO VAI CABER NA IGREJA

Caso a sua conta não feche para o espaço da cerimônia, Tamara sugere: “se não vai caber todo mundo, divida a lista. Mande para os mais chegados convites menores falando da cerimônia religiosa. Em geral quem é convidado se sente lisonjeado e acaba não faltando.” A segunda lista vai direto para a festa.

3. CERIMÔNIA NO MESMO LOCAL DA FESTA, QUE TAL?
Fica o conselho: nesses casos, muitas vezes não é possível ter o número exato de cadeiras para todos os convidados. A razão é que o espaço já é determinado para ser desmontado e receber as mesas da festa na sequência. Ou seja, risco alto de muita gente ficar em pé.

4. CERIMÔNIA MAIS CURTA
“Caso o casal já saiba que alguns convidados vão ficar sem lugar, o ideal é que a noiva não se atrase e a cerimônia seja mais curta, em respeito ao desconforto de quem vai ficar em pé.”

5. DÁ PARA USAR A TECNOLOGIA
Em alguns casos, quando a cerimônia é no mesmo local da festa, vale apelar para uma transmissão simultânea. “Assim os convidados ficam acomodados nas mesas e assistem ao que acontecem na cerimônia de uma maneira confortável.”

6. BOM SENSO DOS CONVIDADOS

“Na falta de lugar, é importante lembra da máxima da educação: idosos, grávidas e mulheres com criança tem preferência na hora de sentar.”

7. RSVP É (MUITO) IMPORTANTE

Muitos convidados falham, mas ter uma confirmação precisa ajuda a evitar desfalques de lugar. “Toda noiva, depois que casa, passa a respeitar o RSVP - pois percebe o quanto é importante para a festa.” Isso garante não só um lugarzinho para sentar, como também a quantidade certa de bebida e comida para ninguém ficar sem.
 

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#tutorial Aprenda a fazer um penteado ótimo para casamentos na praia - especial para madrinhas e convidadas

Casamento na praia pede produções leves e sem exageros. O mesmo vale para a beleza, seguindo a regra de que menos é mais. Isso não significa que não dê para fazer nada legal, como mostra Eron Araújo, do Blend, que elaborou um passo a passo de penteado delicado, mas cheio de charme - e o melhor: para fazer sozinha.

O segredo é reforçar o penteado com spray de fixação e controle de frizz, já que o cabelo vai ficar exposto ao vento, sol e maresia.

PENTEADO MEIO PRESO PARA CASAMENTO NA PRAIA

1. O primeiro passo é criar a textura: enrole o cabelo com uma escova espiral ou babyliss e penteie com uma escova raquete para soltar os cachos. O segredo aqui é aplicar o spray de fixação na própria escova, que além de fixar, ajuda a controlar o frizz:

Alternativa rápida para conseguir o efeito: aplique spray por todo o comprimento, torça o cabelo e prenda o cabelo com um grampo na parte de cima da cabeça. Solte quando terminar de se arrumar:

Para cabelos curtos e médios: divida o cabelo ao meio e torça os dois lados para fora. Prenda com grampos em cima da cabeça e solte quando terminar de se arrumar:

2. Com o cabelo solto separe uma mecha na altura das têmporas, torça em espiral e prenda atrás do cabelo com a ajuda grampo invisível:

3. Repita o mesmo passo do outro lado:

4. Com uma pomada à base de água amasse os fios. Note que a quantidade de produto é pequena para não pesar:


 

O que usamos:
1. Liss Control, da L'Oreal, após a lavagem para ajudar a controlar o frizz e proteger os fios da umidade. Aplicar a quantidade de uma moeda de 10 centavos do produto sobre os fios.
2. Escova redonda para secar os fios em espiral.
3. Pomada número 06 da Redken para dar acabamento e textura.
4. Pente de cabo fino + grampos invisíveis: usados para separar e prender as mechas.
5. Spray de fixação Infinium, da L'Oreal, para finalizar o penteado. O spray cria uma camada protetora, que dará mais durabilidade ao penteado. Lembrando que é importante optar por um spray flexível para o cabelo não perder o movimento.

Maquiagem: Suzana Galante
Modelo: Isabelle Rongetta (L'equip)

 

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Tudo o que você precisa saber para organizar um miniwedding, em oito tópicos

O miniwedding (minicasamento, na tradução) surgiu como uma opção mais intimista de cerimônia, que conta com no máximo cem convidados. A recepção para poucas pessoas é muito comum na Europa e cada vez mais no Brasil. Assim como a ocasião, que costuma ser fora da cidade, seja no campo ou mesmo na praia, o vestido e a maquiagem tendem a ser menos elaborados.

O Weddind Trends, evento de casamento organizado por Chris Ayrosa e Fernanda Suplicy, que aconteceu em São Paulo na quinta-feira (21.05), reuniu um time de especialistas dos ramos da moda, beleza e casamento, que deram dicas preciosas para planejar um miniwedding. Anote:

1. BUQUÊ
Segundo a florista Jô Campos, da Ideia Única, assim como o evento o volume do buquê costuma ser menor em um miniwedding. Um conselho que vale para qualquer ocasião, mini ou máxi: buscar referência nas flores brasileiras e da época ajuda a montar um buque natural.

2. SAPATO


(foto: Luiza Ferraz)

Como nem sempre o chão é plano em casamentos na praia ou no campo, o mais indicado para quem não quer abrir mão do salto é optar por um modelo quadrado, como sugere a estilista de noivas Lethicia Bronstein. Cabe aos noivos providenciar uma cobertura do chão ou orientar as convidadas a não irem de salto fino.

3. VESTIDO
Se o casamento for fora do país o estilista Junior Santaella sugere escolher um tecido para o vestido que não amarrote tanto, assim fica mais fácil de despachar. Por outro lado, Lethicia não aconselha despachar o vestido no bagageiro: "vai que extravia".

Para ela o melhor é estender o vestido de noiva no compartimento interno da cabine e pedir para os demais passageiros não colocarem nada em cima. “Todo mundo compreende quando se trata de um vestido de noiva.”

4. PRECAUÇÃO
Leve um kit de ‘primeiros socorros’ para o vestido, caso alguma coisa aconteça. “Um pedaço de renda, zíper, linha, agulha”, sugere Lethicia, que também aconselha a pedir para alguém que entenda pelo menos um pouco de costura te acompanhar na última prova do vestido - assim, qualquer imprevisto, você tem um par de mãos extras no remendo.

5. MAQUIAGEM
Segundo a maquiadora Paola Vale, da BareMinerals, casamentos durante o dia e em ambientes menos formais, como na praia ou no campo, exigem mais naturalidade e ao mesmo tempo produtos resistentes. A ideia é trabalhar a textura da pele e respeitar a luminosidade natural.

A maquiadora alerta: brilho é diferente de luminosidade. “Brilho a gente controla, já a luminosidade nos pontos certos favorece” Paola também sugere o batom lavanda como opção para variar o rosinha.

6. NA HORA DE ESCOLHER O MAKE


(foto: Luiza Ferraz)

Patricia Lamastra, da Agência First, de maquiadores e cabeleireiros, sugere não ir atrás de tendências na hora de escolher a maquiagem, assim evita de ficar datada. “Me casei nos anos 1980 com um vestido de manga Lady Di, batom vermelho, meia e scarpins brancos. Não consigo nem olhar para o meu álbum de casamento", conta.

7. NO CABELO
Junior Santaella sugere trocar as joias por flores naturais ou de madrepérola para enfeitar os cabelos. Pente com carinha antiga também acompanha bem o penteado, que não deve ser superelaborado nessa ocasião. Para Lethicia, o pente vai bem em qualquer casamento.

8. SALÃO DE BELEZA
Se não puder levar um profissional de sua confiança para a outra cidade é importante fazer uma visita antes da cerimônia e testar os salões. Assim, também pode indicar o endereço para as convidadas. Tirar uma foto do cabelo e da maquiagem ajuda a garantir que nada vai sair diferente no grande dia.


 

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