Como Usar

Vai a uma festa e não quer usar vestido? Gloria Kalil indica como e o que usar para substituir o clássico

O vestido, longo ou curto, não é mais unanimidade para a hora da festa - seja um casamento (se você não for a madrinha) ou qualquer outra ocasião. Quem não gosta da peça ou quer variar o guada-roupa, tem ganhado a vantagem do dress code cada vez mais democrático.

Hoje, é possível usar outras peças que mantém a elegância e respeitam o traje elaborado que estes eventos pedem, sejam calças, saias ou até mesmo macacões. Para garantir que não se tenha erro na hora de escolher o modelo, Gloria Kalil mostra como usar:

1. CALÇA

 

A maioria aparece como conjuntos e para aderir, é preciso caprichar nos acessórios. "As calças são totalmente aceitáveis, desde que o dress code não exiga a formalidade máxima, que é o longo. Em geral, elas aparecem em conjuntos, mas também podem ser usadas com algum top elaborado ou acessórios de impacto. Brilhos e bordados são essenciais para dar um ar mais festa às composições".

Para não errar, os terninhos - frequente escolha das celebs - são também uma boa opção. "Os terninhos pretos são um curinga e deixam qualquer mulher chic. Só fique atenta se o dress code da festa permite decotes ou barriga de fora que, em geral, são para ocasiões menos formais".

2. MACACÃO

Os macacões ganham cada vez mais espaço na festa. "O macacão hoje em dia é quase como um vestido de festa, está um passo atrás dos longos. Com excessão das formandas, que fazem questão de realizar o sonho do vestido, eles são bem-vindos até em um black-tie mais informal. Eles aparecem sempre com detalhes de impacto como pedrarias e rendas, que dá o ar elegante que a festa pede".

Nem sempre eles são bem vindos, porém: "No altar, nem pensar. Como convidada ou para o casamento civil, o macacão e calça funcionam, mas para as madrinhas a opção ainda é o vestido”.

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3. SAIA

A regra é semelhante para as saias, que pedem detalhes a mais para deixar o look mais arrumado. "É como dividir o vestido em duas peças. Funciona bem e é possível formar as mais diferentes combinações. Invista em acessórios de destaque ou uma das peças com algum detalhe de brilho".

Entre as celebs, o cropped é a escolha mais frequente, o que não é muito recomendável em festas fora do show do tapete vermelho. "É uma peça jovem e que combina melhor com situações informais. Prefira algo que cubra a barriga e ressalte outros pontos, como um decote nas costas".

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Curtos na moda festa: Gloria Kalil diz quando e como o vestido longo pode ser substituído

Quando surge um casamento ou aquela festa com dress code mais elaborado, logo vem a dúvida: será que posso ir de vestido curto? A escolha mais frequente (e que vem especificada em grande parte dos eventos) são os longos, que estão no topo da lista de formalidades. Mas nem sempre a peça é obrigatória e os curtos aparecem como opção para quem quer variar o visual.

+ GLORIA KALIL INDICA EM QUAIS OCASIÕES O PRETINHO BÁSICO É BEM-VINDO

"Os curtos são bem-vindos e caem bem em festas com menos rigor. A não ser que a especificação seja black-tie, eles estão liberados", diz Gloria Kalil. O comprimento determina a formalidade e quanto mais curto, menos o vestido entra em ocasiões de rigor mais exigente. Reunimos algumas opções de curtos e Gloria indica quando e como eles podem substituir os longos.

  

Como o curto já indica certa informalidade, é preciso compensar nos detalhes como brilhos e rendas. "Em geral são vestidos bastante trabalhados; metalizados, ou com bordados, ou brilhos. É muito difícil um que não tenha. Você pode ir de longo, ou um curto desse tipo que vai muito bem - desde que seja cabÍvel para a ocasião".

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A prova de que os curtos se dão melhor com eventos menos formais é que em eventos como o Oscar, por exemplo, eles não aparecem. "Às vezes a moda permite que um curto enfeitado entre em uma festa black-tie, mas no momento não. Eles são para uma festa importante, mas é um passo antes do gala - basta ver que nenhuma delas está no Oscar".

Mas afinal, em quais tipos de eventos os curtos estão liberados? "São vestido para casamentos, premiações, coqueteis, jantares - desde que não esteja especificado o black-tie. A turma do altar, as madrinhas, vão de longos por pedido da noiva, mas obrigado também não é".

Os de comprimento mídi também entram no time dos curtos que podem variar a modelagem padrão, longa. "Você não pode dizer que esta roupa é despojada, é uma roupa super sofisticada, por isso ela serve perfeitamente para festas. Mas é bom lembrar que fica um pouco mais informal pelo fato de estar usando pé e perna de fora, já não tem a última formalidade do vestido comprido".

  

Para as que gostam de ousar um pouco mais e subir o comprimento, lembre-se que eles ficam para festas mais jovens. "É para uma festa mais pop, não é para um casamento. No mais, vai do gosto de cada uma".

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Gloria Kalil indica o jeito menos óbvio de usar o look branco e o que evitar na hora de combinar

Não é de hoje que recebemos aqui no Chic diversas dúvidas das leitoras para usar o branco. Mesmo tendo sua imagem classicamente remetida a noivas, enfermeiras e religiões africanas, o tom cada vez mais ganha espaço nas produções casuais e até na moda festa.

"O branco é uma cor que ilumina e tem um astral bom, além de clarear e dar uma ideia de uma coisa mais solar, mesmo no inverno. Ele enfeita e é muito difícil alguém não ficar bem de branco", observa Gloria Kalil, que indica o melhor jeito de usar o branco e o que evitar na hora de vestir.

Como clássico, o preto é o melhor acompanhante e forma a dobradinha infalível. "É o clássico e que ainda funciona, que garante sempre um bom resultado e quebra um pouco a monotonia. É claro que o branco se presta a qualquer cor, pode usar com o preto ou qualquer outro tom porque o branco é o neutro que combina com tudo", indica Gloria.

O colorido é bem-vindo e Gloria ressalta quais tons casam melhor com o look branco. "Também funciona com sapatos coloridos, embora não seja a coisa mais da moda atualmente. Metalizado, nude e preto são os três clássicos totais com os quais você não vai errar nunca. Ou cinza e até estampa de cobra, são neutros que perto do branco funcionam".

+ LINHA DO TEMPO: OS VESTIDOS BRANCOS MAIS FAMOSOS DA HISTÓRIA

Em geral, o branco é mais usado no verão - mas isso não impede que ele seja usado também nas baixas temperaturas. "São mais a cara do verão, mas vão muito bem no inverno se combinados de maneira não óbvia - como vemos nas imagens o metalizado e as botas de camurça no look de inverno".

Por outro lado, por ser um tom expansivo, o branco tem o poder de iluminar e "aumentar" volumes do corpo - como os quadris. "Quem quiser, tem que estar ciente de que ele cria um volume e quebrar isso usando os acompanhantes pretos, metalizados ou neutros".

O que se deve evitar é branco total, que fica monótono e pode ser associado a estereótipos culturais. "O mais perigoso é o look total branco. Quando você está com um terninho ou uma roupa muito clássica, por exemplo, pode parecer que está com uniforme de hospital. O mais difícil é especialmente as modelagens mais clássicas como um longo - que arrisca de parecer noiva -, e um terninho - que arrisca parecer enfermeira".
 

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Escolher a bolsa de festa é mais fácil do que você pensa; Gloria Kalil indica os passos para acertar no look

Escolher a bolsa ideal para o look de festa é muito mais tranquilo do que se imagina. As dúvidas, em geral, acontecem em relação ao formato e cor do acessório, mas como regrinha vale pensar no tamanho da carteiras ou clutches.

"Seja qual for o vestido de festa, a bolsa de festa é a pequena - seja dura, divertida ou molenga”, explica Gloria Kalil. 

1. LOOKS COLORIDOS



As opções metalizadas acompanham bem os vestidos colordos.

2. TUDO IGUAL



Tanto para os coloridos, como vestidos metalizados, dá para fazer a linha monocromática e optar por bolsas e clutches no mesmo tom da roupa.

3. SEJA DIVERTIDA



Escolha um modelo engraçadinho. “Dá até para quebrar um pouco a solenidade numa festa, dá um toque engraçado”, comenta Gloria.

 

Looks menos formais de festa, que também pedem a clutch como acompanhamento, ficam ótimos com as versões menos convencionais.
 

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Guia do animal print: Gloria Kalil ensina como usar as estampas de onça (e cobra, dálmata, zebra...) #zoo

É hora de soltar as feras! Presente há décadas no guarda-roupa da maioria das mulheres, o animal print ganhou com os anos uma herança clássica e que está sempre dando as caras nas passarelas - e principalmente nas ruas. A onça continua sendo o hit entre as feras - mas ganhou outros companheiros de selva para dividir os holofotes.

+ CHIC INVESTIGA PORQUE AS ONÇAS CONTINUAM EM TODAS AS VITRINES

A variedade de animais aumentou e não importa o período, eles sempre se fazem presentes mantendo a cara de modernos. "É uma coisa que nunca sai de moda e hoje em dia dá até para levar o visual a sério em produções mais elaboradas", diz Gloria Kalil, que desvenda os segredos para usar os bichos do armário: 

1. ONÇA

As onças se mantém o bicho unânime entre as mulheres que investem na padronagem animal. Com pegada sexy, elas já se tornaram um clássico. "De todas as feras é a mais agressiva. Embora hoje ser uma coisa tão absorvida, ainda assim ela tem um certo impacto. Em geral, a onça se dá melhor quando se mistura a alguma peça ou acessório mais esportiva. Ela se mistura bem ao nude e ao preto", diz Gloria.

 

Ela é companheira desde os looks casuais até peças mais elaboradas, mas sempre puxando para o divertido. "É uma coisa esportiva que vai muito bem com jeans, uma saia branca, coisas clássicas e sossegadas - sempre com uma pitada de humor. Misturado com branco fica bem interessante, mas ela aceita bem também um corzinha".

Algumas produções podem reduzir o humor que a proposta oferece - e para deixar o look mais sério, é bom apostar nos neutros. "Aqui elas estão sendo levadas mais a sério, usadas com um sapato sexy e uma combinação um pouco mais ousada. Quando quando a onça é levada a sério, em geral tem que apostar no preto para não ficar chamativa demais. A presença dela é mais visível, então é bom ir no discreto senão a onça se agita na jaula".

2. COBRA



As cobras oferecem maior variedade de combinações por terem diferentes tipos de peles - que aparecem em peças inteiras ou em detalhes. "A cobra segue a mesma regra da onça. Mas ela se presta mais, porque como existem mais espécies de pele de cobra, é possível usar ela colorida, natural ou de uma forma mais despretensiosa".



Assim como a amiga onça, a cobra demonstra despretensão no uso. "Em geral, ela não é muito levada a sério. Fica bem misturada com sandália esportiva, com cores ou um blazer branco, é um clássico".



Mas no fim, é possível aderir sem medo. "A cobra, apesar de ser venenosa, não envenena as roupas não! Ela é discreta e os tons são discretos, além de ficar engraçada quando é colorida. A onça é a mais atacada porque tem uma conotação sexy, de tigresa, que as outras não tem".

3. DÁLMATA

A fofura dos cãezinhos é a que melhor oferece opções de combinação. "Esse é o mais fácil, de uma certa forma ele é uma especie de poá, de bolinha branco e preto. Ele é o menos agressivo, o que tem menos chance de ficar vulgar".

 

As regras de combinação são as mesmas das peças P&B. "Ela não apresenta tantos riscos, é a mais neutra e menos chamativa, mais fácil de combinar e ao mesmo tempo tem esse toque engraçadinho do cachorro".

4. ZEBRA

Esta é a que menos consegue transmitir seriedade, com produções absolutamente casuais. "A zebra em geral é grande. A onça é a mais perigosa pelo sexy, a cobra faz low profile ou engraçada quando colorida, o dálmata - que no fundo, é um poá, é mais discreto. Já a zebra é a mais engraçada, é quase um desenho animado".



Ainda assim, a zebra combina bem com neutros e também com cores fortes. "Ela é tão grande e espalhafatosa que tem que ser usada com uma certa dose de humor. Tem que ser dosada nesse sentido. Mas é uma roupa divertida, que aguenta estar perto de uma cor, um azul, vermelho ou verde".

Se a intenção é chamar a atenção, a zebra é perfeita. "Ela puxa para uma coisa mais chamativa e engraçada mesmo quando quer ser levada a sério".

 

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Gloria Kalil explica como usar a calça com punho, modelo esportivo que veio para dar uma graça a este inverno

A calça tipo jogging - aquela, com punhos nas barras - é a grande candidata de hit para este inverno. O modelo apareceu nas passarelas e já conquistou a cena do streetstyle, importada direto do mundo dos esportes e dos ciclistas.

"Agora a calça está sendo usada socialmente e foi incorporada para a moda com salto alto. Quando algo está na moda suspende-se o critério de bonito ou feio, adequado ou não, e fica na categoria moda”, comenta Gloria Kalil, que explica as melhores maneiras de usar a peça.

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1. MATERIAL





As variações atuais aparecem além do famoso moletom e vão para opções mais sofisticadas, como couro, lurex e jacquard.

2. MOLETOM



O material mais esportivo ganha complementos opostos, como saltos e peças de couro, que tiram o estilo street - e overcasual - da peça.

3. NO TRABALHO?



Em tecidos mais nobres, ela entra sim no escritório - deixe o moletom para os momentos casuais.

4. ALTURA DO PUNHO


 
A calça até funciona para disfarças as formas do corpo, mas vale seguir o conselho de Gloria para o uso: “Quem tiver perna grossa usa o punho mais embaixo e mais comprido. Quem tem perna fina pode optar pela versão mais curtinha, no meio da perna (fotos)"
 

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