Gloria Responde

As três regras de ouro do ar-condicionado no escritório

Foi-se o tempo em que ar condicionado era luxo ou privilégio do Rio de janeiro. Acho que depois de tanto interferir na natureza, os homens acabaram alterando os sistemas climáticos de inúmeros lugares.



São Paulo, por exemplo, há muito deixou de ser a famosa terra da garoa. Não temos mais garoa, não temos mais estações definidas, e já nos acostumamos com temperaturas de mais de 30 graus durante o verão - e mesmo fora dele faz um calor infernal. Ar-condicionado nos carros passou a ser necessidade por causa do calor (e até mesmo por uma questão de segurança), e não existe mais escritórios sem esse conforto.

No entanto, há uma etiqueta para o ar-condicionado que os paulistanos ainda não assimilaram. Principalmente nos escritórios. Pois é bom que se adaptem porque, pelo que dizem os metereologistas, a tendência é a Terra ficar cada vez mais quente e, cada vez mais, os ambientes refrigerados vão fazer parte da nossa vida.

1. Quem acha que o ar-condicionado do escritório está muito frio, deveria perguntar primeiro aos outros se também estão achando antes de sair esbravejando e pedindo para desligar ou aumentar a temperatura.



2. Friorentos, defendam-se levando um casaquinho, um xale ou até mesmo uma meia para deixar na gaveta da mesa. Se o ar dá direto na cabeça de vocês, desloquem a mesa e não reclamem: o bem-estar comum prevalece sobre o individual.



3. No escritório, o ar-condicionado tem de ser regulado de acordo com a necessidade dos que sentam no "fundão" e que estão passando calor. Contra o frio a gente tem recursos. Mas contra o calor não há salvação.

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